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Ovodoação na perspectiva masculina

Há pessoas ou casais que vivenciam de forma tranquila a notícia de terem que se submeter a FIV com a recepção de óvulos. E para outras pessoas nem tanto.

👉Medos, fragilidade e fantasias podem fazer parte da surpresa da prescrição, o que deve ser acolhido, escutado e cuidado.

👉Não é incomum vermos casais que se angustiam com a pressão de terem que se decidir para darem continuidade ao tratamento. Mas sabemos que responder a tal pressionamento pode intensificar fragilidades e causar mais sofrimento.

➡️O respeito ao tempo psíquico é fundamental para uma decisão acertada‼️

➡️Se permitir compreender e esclarecer dúvidas sobre a técnica e especialmente, elaborar os significados do que se sente é se cuidar e cuidar do outro!

➡️O casal que dá espaço ao outro para compartilhar os seus sentimentos e conversa, sem julgamentos, sobre o que tem vivido emocionalmente tende a se unir, a potencializar força.🫂

👉Somente com a elaboração do sentimentos de cada um é possível viver a tomada de decisão de forma saudável e em paz!

👉E lembrar que não há regras, modelos, exemplos a serem seguidos. Cada um tem dentro de si sentimentos, expectativas que devem ser considerados.

👉O que há são vivências belíssimas e inspiradoras de outras pessoas e que servem para reflexão, como o caso a família de Lully e Roland (@ovorrecepcao_ovodoacao ).

Adorei o bate papo com eles e acho que você pode gostar também‼️Mostrar menos

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Esperançar

Esperançar é construir, sair do lugar e correr atrás.

🔸A caminhada do casal que contarei aqui diz respeito ao que o verbo significa.

🔸Diante de tantas adversidades, estão construindo, ressignificando dores, medos.

🎨Ela tem usado da aquarela para contar os momentos que tem vivido.

Eles estão vencendo cada dia um pouquinho das dificuldades.🧡

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Eu só queria ser pai

Quando o sonho é ser pai não foi realizado, que fazer?

No depoimento do Eliel é possível percebemos algo que ainda é pouco falado: o impacto da infertilidade masculina nos homens.

Eliel diz de sua dor ao se ver impossibilitado de gerar biologicamente um filho e o luto que precisou elaborar para então decidirem pelos caminhos a serem seguidos.

Seu relato nos convida a ampliar o olhar para os homens.

Quando o desejo de ser pai não é realizado, há dor, há frustração, há tristeza.

E tantos sentimentos devem e precisam ser escutados, acolhidos, validados, reconhecidos.

Na semana do Dia dos Pais, que esse vídeo possa abrir espaço para reflexão sobre a dor masculina ao se deparar com a infertilidade.

Para assistir nosso bate-papo completo, acesse ao vídeo no youtube.

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População LGBTQIPA+

Temos acolhido nas clínicas de Reprodução Assistida e nos consultórios psicológicos, uma maior diversidade de pessoas com o mesmo propósito de vida: serem mães, pais. Sejam mulheres ou homens sozinhos, casais heterossexuais, homoafetivos, transgêneros, todos merecem nosso apoio no processo da Reprodução Assistida.

O aumento da procura por tratamentos pelo público LGBTQIPA+ é reflexo de conquistas que a sociedade teve em relação a essa parcela da população. Lembremos que a legislação brasileira quando passou a facilitar o registro do filho de casais homoafetivos gerados por métodos de reprodução assistida sem exigir permissão judicial, apenas documentações e autorizações conforme orientação da Corregedoria Nacional de Justiça (CNJ).

Sabemos que desde 2011 os casais homossexuais passaram a ter o direito de igualdade em conceber uma vida, assim como foi permitido a casais heterossexuais, o que representou um grande avanço social, afinal é preciso lembrar que a família singular não existe. Existem formas de organização.

Você concorda com esta linha de pensamento?

O encontro com o psicólogo é potente para o(a) paciente que está em processo de tratamento na Reprodução Assistida, pois amplia questionamentos, percepções.

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